Diagnóstico de prontidão para agentes no SDLC
Avalio como o time desenvolve hoje e onde GenAI e agentes criam risco de débito técnico, desalinhamento arquitetural ou falsa produtividade. A maturidade é medida contra evidência observável, não contra autoavaliação.
Aplicado em plataformas de missão crítica no setor financeiro e em telecom.
Para quem é
- Times que já adotaram GenAI e não conseguem afirmar se o ganho é real, ou se está sendo pago em débito que ainda não apareceu
- Lideranças prestes a liberar agentes em escala, que precisam saber o que instalar antes para não institucionalizar um problema
- Áreas de tecnologia sob cobrança de produtividade, que precisam de um diagnóstico independente para embasar a decisão de investimento
- Empresas com aplicativo em produção onde a qualidade percebida pelo usuário caiu e a causa não está clara
Sintomas
Se você reconhece três ou mais destes, a oferta provavelmente se aplica.
- Ninguém sabe responder, com número, quanto a IA acelerou o time
- O volume de código cresceu, mas o tempo até produção não acompanhou
- Cada squad adotou a IA de um jeito, e o resultado é inconsistente entre módulos
- Revisão de código virou gargalo: PRs grandes demais para avaliar com segurança
- Decisões técnicas não têm registro, e a razão de cada escolha vive na memória de quem estava na conversa
- As notas na loja pioraram, ou aumentaram as reclamações de estabilidade
O que você recebe
- Mapa do estado atual e avaliação de maturidade em cinco dimensões
- Estágio de adoção de IA, apurado por observação do fluxo real
- Mapa de gaps e riscos com severidade
- Critérios de prontidão: specs, ADRs, revisão humana, boundaries
- Linha de base instrumentada, com fonte e janela declaradas
- Leitura da voz do usuário nas lojas
- Roadmap priorizado de adoção
- Apresentação executiva
Fases
Discovery
Entrevistas com pessoas técnicas e de negócio, workshop, leitura de código, pipeline e documentação, análise das lojas
Maturidade
Pontuação das cinco dimensões contra evidência, identificação de gaps e instrumentação da linha de base
Priorização
Consolidação dos objetivos e sessão de priorização com a liderança
Devolutiva
Apresentação executiva e sessão de fechamento, com decisão registrada
Como meço sucesso
Combinado antes de começar, não descoberto no fim.
- A linha de base tem valor inicial, fonte e janela declaradas, e é isso que torna qualquer promessa posterior verificável
- Toda nota de maturidade tem evidência registrada, com caminho, PR ou painel e data
- Cada item do roadmap tem responsável sugerido, esforço estimado e pré-requisito
- A liderança sai da devolutiva com uma decisão: seguir, adiar ou mudar a ordem. Diagnóstico que não gera decisão falhou
Perguntas frequentes
Você vai avaliar nosso time?
Práticas e processos, nunca pessoas. Nenhum relatório atribui fala ou julga desempenho individual, e isso é dito a cada pessoa entrevistada na abertura. Sem essa garantia, ninguém expõe o problema real.
E se não tivermos histórico para medir?
A ausência é registrada como achado. Não ter medição é, por si só, um resultado relevante do diagnóstico, e costuma virar o primeiro item do roadmap.
Precisa de acesso ao nosso repositório?
Acesso de leitura ao repositório, ao CI e aos painéis. Liberar esses acessos costuma levar mais tempo que a própria análise, então começar por aí é o que mais protege o prazo.
Serve para time que ainda não usa IA?
Serve, desde que haja entrega em produção e histórico. O diagnóstico mede como se trabalha de fato. Sem prática observável, o resultado seria uma entrevista de opinião.
Próximo passo
Uma conversa de 30 minutos para delimitar o escopo. Ao fim dela dá para dizer se esta oferta se aplica e, se não se aplicar, qual das outras se aplica. Isso também é resultado.

