Formação e capacitação de times
Formo tech leads e squads em Spec-Driven Development e uso governado de agentes. Ninguém aprende ouvindo, então cada módulo termina com um artefato instalado no repositório real da empresa. Ao fim das quatro semanas o time saiu equipado, não apenas informado.
Histórico docente em engenharia de software e produção técnica pública.
Para quem é
- Times que adotaram ferramentas de IA e querem que isso vire prática consistente, em vez de cada pessoa fazendo de um jeito
- Empresas que passaram por um enablement e precisam espalhar a prática para outros squads sem depender de consultoria
- Áreas com tech leads novos, que precisam nivelar critério de revisão e de decisão arquitetural
- Organizações com times distribuídos onde a inconsistência entre squads virou custo real
Sintomas
Se você reconhece três ou mais destes, a oferta provavelmente se aplica.
- Cada pessoa usa a IA de um jeito, e o código reflete isso
- Code review virou aprovação por cansaço, com PRs grandes demais para avaliar
- Decisões arquiteturais vivem em conversas e somem na semana seguinte
- Tech leads novos não têm critério comum para o que aprovar e o que barrar
- Já houve treinamento antes e nada mudou na prática
- Uma pessoa sênior saiu e o conhecimento foi junto
O que você recebe
- 16 h de formação ao vivo, distribuídas em quatro semanas
- Material didático e templates de spec, ADR e checklist
- Laboratórios sobre o repositório real da empresa, com acompanhamento assíncrono
- Avaliação inicial e final da turma
- Relatório de turma agregado
- Verificação de adoção 30 a 60 dias depois
Fases
Calibração
Avaliação inicial da turma, que define a profundidade do conteúdo, porque turma nivelada por baixo desperdiça quem já sabe
Specs e ADRs
Escrever spec e ADR que sobrevivem ao code review, praticando no repositório real
Agentes com governança
Operar agentes dentro do ciclo Research → Plan → Implement, com os limites explícitos
Instalação e fecho
Cada participante instala os artefatos no próprio repositório, avaliação final e relatório de turma
O que não está incluído
- Instalar SDD nos repositórios pelo cliente, porque quem instala é cada participante
- Acompanhamento contínuo pós-turma (oferta O2)
- Avaliação individual de desempenho
- Certificação com validade externa
- Formação em linguagem, framework ou ferramenta específica
- Conteúdo introdutório de programação
- Consultoria de arquitetura durante a turma
Como meço sucesso
Combinado antes de começar, não descoberto no fim.
- Cada participante termina com spec, ADR e checklist instalados no repositório real, não em exemplo de aula
- A avaliação final mede a turma contra a inicial, e o relatório é agregado
- A verificação de 30 a 60 dias mostra se os artefatos continuam sendo usados sem o instrutor
- Os tech leads passam a barrar e aprovar PR pelo mesmo critério
Perguntas frequentes
Você avalia as pessoas individualmente?
Não, e este ponto não é negociável. A avaliação mede a turma e o relatório é agregado. No momento em que a formação vira instrumento de avaliação de desempenho, os participantes param de expor o que não sabem, e turma que esconde dúvida não aprende.
Precisa ser no nosso repositório?
Precisa. A formação inteira acontece sobre código de verdade: praticar em exemplo de brinquedo produz aprendizado de brinquedo, e isso não se resolve com boa vontade do instrutor.
Já fizemos treinamento e não mudou nada. Por que agora seria diferente?
Porque o critério de sucesso não é a nota da turma, é a verificação de 30 a 60 dias depois. Se os artefatos pararam de ser usados, a formação falhou, e isso fica escrito no relatório.
Qual o tamanho ideal da turma?
De 6 a 12 pessoas. Acima disso o laboratório deixa de ter acompanhamento real e a formação vira palestra longa.
Próximo passo
Uma conversa de 30 minutos para delimitar o escopo. Ao fim dela dá para dizer se esta oferta se aplica e, se não se aplicar, qual das outras se aplica. Isso também é resultado.

